Brasil

Rondônia tem primeira queima de livros simbólica do Brasil

O Brasil começa seu tempo de caça às bruxas. Pelo menos às bruxas intelectuais e à própria inteligência humana. O importante é a desinformação, o fake news.

Machado de Assis, Caio Fernando Abreu, Carlos Heitor Cony, Euclides da Cunha, Ferreira Gullar, Nelson Rodrigues, Mário de Andrade e Rubem Fonseca. Todos agora são ameaças.

Rondônia e seu governador e fiel bolsonarista, o coronel Marcos Rocha (PSL-RO), foi o primeiro a colocar a cara fora do buraco. Tentou censurar 45 obras. Parou apenas por força de pressão midiática.

Mas não se engane: as chamas das fogueiras já aguardam a literatura brasileira.

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